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Brasil troca embaixador em Honduras

Crise antecipa troca do embaixador brasileiro em Honduras

Embaixador estava de férias no Brasil e não voltará ao país

A crise política em Honduras antecipou a troca do embaixador brasileiro no país, informou nesta quarta-feira (30) o Ministério das Relações Exteriores.

O embaixador Mário da Graça Roiter deve assumir o posto logo que a situação em Honduras se normalizar. O nome dele já havia sido aprovado pelo Senado para substituir Brian Michael Fraser Neele, que ocupava o posto quando o presidente Manuel Zelaya foi retirado do poder por militares.

Neele estava em férias no Brasil quando houve o golpe em Honduras e agora não deverá mais voltar ao país.

Aos 67 anos, Roiter é mestre em administração de empresas pela Babson College, do Estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, Roiter foi cônsul-geral adjunto em Milão, Espanha (1987), cônsul-geral em Porto Rico (1991), e em Atlanta, Estados Unidos (1996).

Em 2000, ele foi encarregado de Negócios da Embaixada de Belgrado, capital da Sérvia, em missão transitória, tendo ocupado, em 2002, cargo de embaixador no Kuaite. Recebeu as comendas Ordem do Mérito Consular em 1992 e Ordem do Mérito das Forças Armadas em 1996.

Entenda o papel do Brasil na história

Manuel Zelaya foi retirado do cargo de presidente de Honduras em 28 de junho deste ano com a justificativa de que desafiava os poderes do país e levar em frente a tentativa de mudar a Constituição para que pudesse houver reeleição. Os golpistas, no entanto, quebraram a lei ao enviar Zelaya para fora do país.

Após duas tentativas frustradas, Zelaya conseguiu na terceira retornar a Honduras e buscou abrigo na embaixada brasileira, onde está desde o último dia 21.

Desde a volta de Zelaya, Honduras vive uma grave crise política. A polícia e os militares não podem entrar na embaixada, mas impedem o acesso ao local.

O governo brasileiro argumenta que o país não poderia se recusar a recebê-lo, até porque já tinha declarado apoio a ele. Por outro lado, Zelaya chamou o povo às ruas, em um gesto visto como provocação.

O Brasil não negocia com o governo interino de Honduras, que considera golpista. Como resposta, Micheletti ameaçou tirar o status de representação diplomática da Embaixada do Brasil, o que transformaria o prédio em um lugar comum e com a possibilidade de ser invadido pelo Exército hondurenho. Mas, após pressões internacionais, o governo golpista voltou atrás, negou a possibilidade de invasão à embaixada e disse que protegerá as instalações.

Um ataque à sua embaixada seria equivalente a uma declaração de guerra por parte de Honduras, mas o ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse na terça (29) no Rio que não há uma mobilização das Forças Armadas em relação a Honduras. Ele afirmou também que o conflito é apenas diplomático e será resolvido pelo Ministério das Relações Exteriores.

Nesta quarta, um grupo de parlamentares do Brasil viaja ao país da América Central. Eles visitarão a embaixada brasileira, e o Congresso.

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Fonte: R7
Por: Antonio Delvair Zaneti
Data: 30/09/2009 17h09min


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