:ExpoLondrina debate ações para manter o Brasil livre da Influenza Aviária

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ExpoLondrina debate ações para manter o Brasil livre da Influenza Aviária

A vigilância ativa e constante está entre os principais cuidados do setor de aves para evitar que a influenza aviária chegue aos aviários brasileiros. A fala é da médica veterinária Ana Paula Moser, gerente regional da Adapar em Maringá. Ela palestrou na ExpoLondrina sobre “Influenza Aviária: biosseguridade, plano de vigilância, ficha técnica e notificações” e alertou para a importância de cumprir todos os critérios da biosseguridade, cercando 100% as áreas para evitar o contato de outros animais, em especiais das aves migratórias, com os frangos e galinhas.

O alerta é urgente e relevante, a Influenza Aviária Altamente Patogênica (H5N1), popularmente conhecida como gripe aviária, chegou à América do Sul em 2022 e pode se alastrar se não houver o olhar vigilante e cuidados. “No fim de fevereiro tínhamos 138 focos da doença na América do Sul, em 3 de abril já eram 287 focos. A disseminação é muito rápida”, destacou.

Ela falou para o público ligado ao setor aviário dando informações importantes do que fazer para manter o Brasil livre de influenza aviária, como de fato está neste momento. “Só na região de Londrina temos cerca de 6 mil aviários com um montante de mais de 100 milhões de aves, isso considerando Londrina, Jacarezinho, Apucarana e Cornélio Procópio, é uma alta concentração de aves. O cuidado precisa ser de todos, temos que estar unidos e organizados, é o que eu chamo de responsabilidade compartilhada porque o problema é de todo mundo”, reforçou.

Ana Paula fez um histórico da influenza, lembrando que ela surgiu em 1996 na Ásia, em 2004 migrou para a Europa e em 2022 chegou à América do Sul. O Paraná tem um Programa de Sanidade Avícola para atuar na prevenção e agir prontamente em casos suspeitos.  Qualquer sinal da presença de doença respiratória no aviário precisa ser relatado à Adapar. “Precisamos manter e reforçar as medidas de biosseguridade nas propriedades e realizar a notificação de aves doentes para a detecção precoce, isso faz toda a diferença, manter a vigilância. O atendimento em casos de suspeita é emergencial”, repetiu.

A principal forma de transmissão se dá pelas aves silvestres, em especial as aves aquáticas migratórias. “Evitar a transmissão é fundamental. Aves com lesões ou sinais clínicos de síndromes respiratórias, ou aves mortas com características compatíveis com síndrome respiratória devem ser investigadas pela Adapar. Os veterinários da Adapar vão fazer a coleta e enviar ao laboratório para análise”, explicou.

Quem tiver dúvidas, no site da Adapar tem área para notificação de animais doentes e também material de apoio sobre a Influenza Aviária -  www.adapar.pr.gov.br

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Fonte: Expo Londrina
Por: Reda��o
Data: 15/04/2023 23h16min

Hospital do Câncer de Londrina


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